quarta-feira, 21 de março de 2018

Dinâmica Lição 12: A Ordem Suprema de Cristo Jesus


Dinâmica: O Resgate

Objetivo:
Exemplificar o ato de evangelizar e refletir sobre os resultados.

Material:
Lanternas, velas ou isqueiros para uma parte da turma (grupo 01).
TNT preto em tiras para vendar os olhos de alguns alunos (grupo 02).

Procedimento:
- Após trabalhar o conteúdo da lição, dividam a turma em dois grupos.
O grupo 01 representará aquelas pessoas que já ingressaram no Reino de Deus, isto é, ouviram e aceitaram Sua palavra. Para este grupo, entreguem uma lanterna, vela ou isqueiros.
O grupo 02 representará aquelas pessoas que estão no reino das trevas. Para cada aluno entreguem uma faixa de TNT de cor preta.
- Façam as explicações expostas no item acima para os alunos.
- Apontando para o grupo 01, leiam Cl 1.12 a 14. Então, peçam aos alunos deste grupo para que acendam as lanternas, velas ou isqueiros.
- Agora, apontando para o grupo 02, leiam II Co 4.4. Solicitem para que os seus componentes coloquem a venda(TNT preto) sobre os olhos.
- Em seguida, perguntem para o grupo 01: O que podemos fazer para resgatar aqueles que estão no reino das trevas?
Certamente as respostas serão dirigidas para o evangelismo, a propagação da mensagem de salvação.
- Então, solicitem para que os membros grupo 01, com suas lanternas acesas, cheguem até o grupo 02 e falem da mensagem do Evangelho.
Observação muito importante: Combinem previamente com o grupo 02, para que alguns aceitem e outros não aceitem a mensagem de salvação. O grupo 01 não deverá saber desse combinado.
- Aqueles que aceitarem deverão retirar a venda dos olhos e entrar no Reino de Deus, isto é, no grupo 01.
- Concluam, falando que devemos ser evangelizadores e que não estamos sozinhos, pois temos a ajuda do Espírito Santo. Reflitam ainda sobre os resultados da evangelização. Leiam Rm 10.14.


Por Sulamita Macedo.
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terça-feira, 13 de março de 2018

Subsídio Lição 11 - A ressurreição de Jesus Cristo

INTRODUÇÃO
A ressurreição de Jesus representou a garantia para os que creem que um dia ressuscitarão para a vida eterna num corpo glorificado igual a de Jesus. Nesta lição estudaremos sobre a doutrina da ressurreição no antigo e em o novo testamento, conheceremos a natureza da ressurreição de Cristo, veremos as evidências da ressurreição de Jesus, finalizando o nosso estudo entendendo sobre o propósito da ressurreição de Cristo.

1. CRENÇAS DA RESSURREIÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
Na realidade no Antigo Testamento não existe uma consolidação doutrinária da ressurreição, porém, passagens bíblicas atestam, sem dúvidas, que existe uma crença positiva da condição de uma ressurreição após a vida terrena, muito bem estabelecida no primeiro livro escrito da Bíblia, o livro de Jó.(Jó 19:19-27).
Passagens bíblicas importantes no contexto dos acontecimentos narrados no Antigo Testamento nos induz a perceber que paulatinamente a crença da ressurreição foi se consolidando com uma doutrina. Entre estas passagens podemos citar:
i. A ressurreição de um grande exército. (Ez 37:1-4)
ii. A ressurreição do tempo do fim profetizada em Daniel (Dn 12:1-4)
iii. Uma promessa de ressurreição coletiva no tempo do fim (Os 13:14)
iv. Uma ressurreição individual para cada um que crê (Sl 86:8-13)

2. CRENÇAS DA RESSURREIÇÃO NO NOVO TESTAMENTO
Em o Novo Testamento podemos contemplar de forma claríssima os fundamentos da Doutrina da Ressurreição na prática, com os seus respectivos desdobramentos e consequências espirituais. Duas ressurreições universais são mencionadas sendo uma para vida e outra para a morte. Leiamos então as passagens registradas:
i. A ressurreição para a vida eterna onde viveremos com Cristo eternamente no céu. (1 Ts 4:13-18)
ii. A ressurreição para a morte eterna significando uma vida de angústias e sofrimento eterno no lago de fogo (Ap 20:11-15).
Jesus afirma categoricamente através do relato de uma história (o rico e o mendigo), na qual, Ele dá nome a pelo menos dois personagens vivendo uma vida eterna sem sofrimentos, após a morte física e um personagem, cujo nome, não foi mencionado vivendo uma vida de angústias e sofrimentos no inferno, caracterizando então esta condição de existir uma ressurreição para a vida eterna e uma outra ressurreição para a morte eterna, ou seja, o viver em sofrimentos. (Lc 16:19-31)

3. A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
A ressurreição de Cristo é fato irrefutável e indubitável, sendo a ressurreição de Cristo a base fundamental de toda a teologia cristã. Se Cristo não ressuscitou, a nossa fé é débil, insignificante, ineficaz, é vã, portanto, não temos nenhum motivo para ter a esperança para também uma dia provarmos a ressurreição para uma vida eterna no céu. (1 Co 15:12-19).


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Dinâmica Lição 11: A Ressurreição de Jesus Cristo


Dinâmica: O Grande Vencedor

Objetivo: Estudar e refletir sobre os últimos momentos de Jesus na terra, enfatizando a ressurreição.

Material:
01 filme sobre Jesus
01 DVD
01 TV
02 cartolinas
02 pincéis atômicos

Procedimento:
1 - Uma semana antes da aula:
- Escolha um filme sobre Jesus.
- Assista ao filme, observando a parte que se refere ao tema da lição.
2 – No dia da aula:
- Cheguem cedo a EBD e organizem o local da aula, montem os equipamentos e observem se estão funcionando.
- Aguardem os alunos.
3 - Durante a aula:
- Depois que vocês falarem que o tema da aula será sobre a ressurreição de Jesus, vencendo a morte, falem que nesta aula, vocês vão assistir parte de um filme sobre Jesus.
- Falem que durante a exibição de parte do filme, é necessário silêncio e atenção para que haja entendimento dos acontecimentos.
- Depois da exibição, dividam a turma em dois grupos.
- Entreguem 01 cartolina, 01 pincel atômico para cada grupo.
- Orientem para que cada grupo desenhe 01 cena que mais chamou a atenção deles. Depois, eles mostram os desenhos, falando uma frase que represente o que estão apresentando. Estipulem no máximo 05 minutos para esta atividade.
- Não se esqueçam de enfatizar que o sofrimento de Jesus foi para salvar cada um deles e que sua ressurreição dá sentido a vida cristã, pois se Cristo não tivesse ressuscitado vã seria nossa fé, conforme lemos em 1 Co 15:14:
“E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.
- Em seguida, trabalhem os pontos levantados na lição.


Por Sulamita Macedo.
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quinta-feira, 8 de março de 2018

Dinâmica Lição 10: O Cristo crucificado: está consumado


Dinâmica: O Sofrimento de Cristo

Objetivo: Iniciar o estudo sobre o sofrimento de Jesus.

Material:
01 corrente confeccionada de papel ou EVA
01 Chicote ou um cinto ou um cinturão
01 alfinete ou agulha
01 folha de papel madeira ou cartolina

Procedimento:
- Perguntem:
. Alguém aqui passou por uma situação em que ficou trancado sem poder sair de algum lugar? Como você se sentiu?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem uma corrente, para representar a situação vivenciada.
. Alguém já sofreu uma agressão física de algum colega numa discussão ou briga? Como você se sentiu como apanhou?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem um cinto, para representar a situação vivenciada.
. Alguém já se furou com algo perfurante, como prego, alfinete etc?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem uma agulha, para representar a situação vivenciada.
- Falem: Todas estas situações causaram sofrimento, tristeza etc. Mas, hoje vamos estudar sobre uma pessoa que sofreu muito e nem se compara com o que vocês relataram.
- Falem: Vocês já sabem que antes da crucificação de Jesus, aconteceram várias situações que provocaram muito sofrimento para Ele.
- Apresentem uma folha de madeira ou cartolina com um desenho de uma cruz em tamanho grande.
- Falem que a cruz vai representar o sofrimento de Jesus.
- Peçam para que os alunos citem estes fatos que eles lembram que causaram sofrimento de Jesus antes de sua morte na cruz. As respostas devem ser escritas ao redor da cruz.
Preso
Acusado com falsas testemunhas
Chicoteado
Torturado
Cuspiram no rosto dele
Coroa de espinhos na cabeça
Morte na cruz
- Perguntem: Por que Jesus passou por este sofrimento além da morte de cruz?
Enfatizem que a morte de Jesus foi para nos salvar e nos dá vida abundante.
- Leiam: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”(Jo 15.13 e 14).
- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição.


Por Sulamita Macedo.
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Dinâmica Lição 09: Acerca das últimas coisas


Dinâmica: Lá vem o noivo

Objetivos:
Ilustrar e estudar sobre a parábola das 10 virgens
Refletir sobre qual deve ser a conduta do cristão diante da vinda de Jesus.

Material:
10 velas
05 caixas de palito de fósforos
05 caixas de palito de fósforos vazia
01 véu de noiva pequeno

Procedimento:
- Escolham 05 alunos para representarem as moças prudentes e 05 para representar as imprudentes.
- Entreguem velas para as 05 prudentes e 01 caixa de palito de fósforos. Da mesma forma, entreguem velas para as 05 imprudentes e 01 caixa de palito de fósforos vazia.
- Peçam para que os dois grupos se posicionem diante da sala.
- Leiam Mateus 25:1-10:
“Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.
E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas.
As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo.
Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas.
E, tardando o esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram.
Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo, saí-lhe ao encontro.
Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas.
E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam.
Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai-o para vós.
E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta”.
- Após a leitura da parábola das 10 virgens, falem: A parábola das 10 virgens trata de uma festa de casamento. Naquela época e naquele lugar, o noivo ia ao encontro da noiva na casa do pai dela, levando consigo os familiares e amigos, que cantavam e conduziam tochas para iluminar o caminho, pois não havia energia elétrica. Após o encontro do noivo com a noiva, eles e os convidados iam para a festa de casamento.
- Vocês devem dizer: Lá vem o noivo!
- Neste momento, os dois grupos devem acender as velas, somente 01 grupo vai conseguir(as prudentes).
- O outro grupo que não conseguiu acender as velas deve pedir ao outro grupo palitos de fósforo, mas deve ser negado. Elas saem para comprar azeite e quando retornam batem na porta que está fechada, mas não será aberta.
- Agora, reflitam sobre qual deve ser a conduta do cristão diante da vinda de Jesus.


Por Sulamita Macedo.
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Subsídio Lição 8 - A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2018
Jovens: SEU REINO NÃO TERÁ FIM: Vida e obra de Jesus segundo o Evangelho de Mateus
COMENTARISTA: NATALINO DAS NEVES
COMENTÁRIO: EV. JOSÉ LUCAS NETO

LIÇÃO Nº 8 – A ENTRADA TRIUNFAL DE JESUS EM JERUSALÉM

INTRODUÇÃO
Os evangelistas Mateus, Marcos, Lucas e João relatam em seus respectivos escritos a entrada triunfal de Jesus na cidade Santa de Jerusalém montado num jumentinho com o objetivo de anunciar publicamente o Messias, Rei e Salvador da humanidade, aclamado pelo povo. Nesta lição estudaremos sobre a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém como cumprimento da profecia do profeta Zacarias, os preparativos e a entrada de Jesus na cidade Santa, o reconhecimento de Jesus como Rei, Salvador e Mestre, a rejeição de Jesus por parte do povo e dos fariseus, finalizando o nosso estudo com o reconhecimento universal do homem de Nazaré como o Messias que haveria de vir em nome do Senhor.

1. O CUMPRIMENTO DA PROFECIA DE ZACARIAS
O profeta Zacarias aproximadamente 520 anos antes de Cristo anuncia a profecia da vinda de um rei justo, triunfante, vitorioso, humilde e Salvador para reinar em Jerusalém adentrando a cidade montado sobre um jumentinho. A profecia se cumpre na história narrada especialmente pelos evangelistas Mateus (21:1-11), Marcos (11:1-11), Lucas (19:28-40) e João (12:12-19) que consolidou e mais uma vez provou que Jesus é o Messias (o Salvador da humanidade) que haveria de vir para reinar sobre o seu povo. (Zc 9:9-10).

2. OS PREPARATIVOS PARA A ENTRADA TRIUNFAL DE JESUS EM JERUSALÉM
Jesus e seus discípulos a caminho de Jerusalém pararam em Betfagé uma cidade que ficava perto do Monte das Oliveiras. Jesus, então, envia dois discípulos a um povoado próximo com a ordenança de pegarem um jumentinho e uma jumenta para que o Senhor montasse no jumentinho para adentrar triunfalmente na cidade de Jerusalém conforme a profecia anunciada pelo profeta Zacarias. (Mt 21:1-7)

3. JESUS ENTRA EM JERUSALÉM E É RECONHECIDO COMO O SALVADOR E REI
Jesus já era conhecido tanto em Jerusalém como em Judá pelos sinais, prodígios, curas, maravilhas, bem como, pelos seus sábios ensinamentos sobre o reino de Deus e suas maravilhosas pregações diferenciadas do mundo religioso de então, comprovando que Ele é o Messias que haveria de vir para reinar sobre o povo judeu.Jesus entra na cidade de Jerusalém montado sobre um jumentinho e a multidão estendia ramos e capas no chão enquanto Ele passava e gritavam: "Hosana ao Filho de Davi ! Que Deus abençoe aquele que vem em nome do Senhor ! Hosana a Deus nas alturas do céu", tipificando a realeza humana de Jesus segundo a linhagem de Davi e a sua realeza divina porque estava vindo em nome do Senhor. O termo "Hosana" palavra originária do idioma hebraico tem o seguinte significado: "Salva-nos agora, ó tuque habitas nas maiores alturas". Logo, o povo reconhecia em Jesus como um Salvador.(Mt 21:8-9; Sl 118:25-26; Sl 24:1-10).

4. JESUS É REJEITADO PELO POVO
Na época de Jesus, Jerusalém e Judá, estava sob o domínio do império romano que de certa forma tolerava a prática da religião que os povos vencidos em guerra professavam, desde que, obedecessem com lealdade ao imperador romano. O povo da cidade de Jerusalém tinha a expectativa que um rei militar, a exemplo de Davi, viesse para libertá-los da opressão romana, entretanto, a missão de Jesus era de libertar o povo dos pecados, reconciliá-los com Deus e dar-lhes vida eterna conforme os ensinos proferidos por Jesus em seu ministério de três anos de duração. O povo não compreendeu a amplitude espiritual de sua missão e na primeira sexta-feira após o domingo de sua entrada na cidade de Jerusalém sobre o jumentinho, aqueles mesmos que gritaram: "Que Deus abençoe aquele que vem em nome do Senhor", gritavam crucifica-o dada a frustração deles quanto a vinda de um rei militar para libertá-los da opressão romana.

5. OS FARISEUS RECONHECEM JESUS COMO MESTRE
O grupo sacerdotal judaico com maior representatividade eram os fariseus que viam em Jesus uma ameaça ao seu domínio político, econômico e religioso sobre os judeus. Na entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, o povo gritava aclamando Jesus como Rei e Salvador, então os fariseus enciumados pediram a Jesus que ordenasse que seus seguidores calassem a boca, porém, Jesus respondeu-lhes com sabedoria que mesmo que seus seguidores calassem as pedras clamariam pelo Rei e Salvador Jesus, pois, aquele momento marca a anunciação da Salvação em Cristo pela sociedade judaica. Neste episódio os fariseus se dirigiram a Jesus reconhecendo-o como mestre, tratamento muito diferenciado em confrontos teológicos anteriores entre Jesus e esta classe eclesiástica dos fariseus. (Lc 19:37-40)

6. JESUS É RECONHECIDO UNIVERSALMENTE COMO O MESSIAS
Muitos habitantes da cidade de Jerusalém e outras pequenas cidades circunvizinhas a partir do episódio da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém montado num jumentinho passaram a conhecer o homem de Nazaré que revolucionou o mundo inteiro, estabelecendo uma marco cronológico e espiritual da humanidade que foi o antes e o depois de Jesus. A partir daquele instante iniciava-se a parte final da consumação de tão grande salvação e vida eterna para os homens de todas as épocas de geração a geração. (Mt 21:10-11; Sl 86:8-10).

7. CONCLUSÃO
A entrada do Senhor Jesus Cristo em Jerusalém demonstrou que o Rei de reis não veio a este planeta para ser rei de um reino terreno. Seu reino é celestial e universal sobre todas as coisas e sobre toda a criação. Devemos como cristãos proclamar que Jesus é o nosso Rei, Mestre, mas sobretudo, nosso Salvador e Senhor eternamente. Shalom Adonai !


Fonte: https://proflucasneto.files.wordpress.com/2018/02/notas_1t_2018_jovens_lic3a7c3a3o-8_a-entrada-triunfal-de-jesus-em-jerusalc3a9m.pdf Acesso em 18 fev. 2018

Dinâmica Lição 08: A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém



Dinâmica: Hosana! Hosana!

Objetivo: Estudar sobre a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

Material:
Equipamento para exibir um filme
04 perguntas escritas em papéis separados
Observação: vejam as perguntas no procedimento

Procedimento:
- Apresentem a parte de um filme sobre a entrada de Jesus em Jerusalém. Vocês podem encontrar no Youtube.
- Após a exibição desse episódio, dividam a turma em 04 grupos e entreguem para eles uma das 4 perguntas abaixo, isto é, para cada grupo 01 pergunta.
Por que Jesus entrou em Jerusalém montado num jumentinho?
O que representa a entrada de Jesus em Jerusalém para seu ministério?
A que se assemelha a forma que Jesus entrou em Jerusalém?
Por que as pessoas colocaram roupas e galhos de árvore pelo chão quando Jesus passou?
- Peçam para que eles pesquisem na lição e respondam em 10 minutos.
- À medida que cada grupo apresentar, vocês aprofundam o conteúdo referente a pergunta.



Por Sulamita Macedo. 
fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/