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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Subsídio Lição 12 - A cura do mulher que tinha um fluxo de sangue
ASSEMBLEIA DE DEUS - VILA FRANCA DE XIRA/LISBOA-PORTUGAL
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2018
Jovens: MILAGRES DE JESUS : a fé realizando o impossível
COMENTARISTA: THIAGO BRAZIL
COMENTÁRIO: PB. VALDEMAR QUAGLIO JÚNIOR

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2018
Jovens: MILAGRES DE JESUS : a fé realizando o impossível
COMENTARISTA: THIAGO BRAZIL
COMENTÁRIO: PB. VALDEMAR QUAGLIO JÚNIOR
LIÇÃO Nº 12 – A CURA DA MULHER QUE TINHA UM FLUXO DE SANGUE
Somente quando Jesus disse Para a
Mulher: "Vai em Paz a tua Fé te Salvou" ela Recebeu a Cura Completa;
Redenção Física, Redenção Social e Redenção Espiritual
O TOQUE QUE CUROU
“E estava ali certa mulher que havia
doze anos vinha sofrendo de hemorragia e gastara tudo o que tinha com os
médicos; mas ninguém pudera curá-la. Ela chegou por trás dele, tocou na
borda de seu manto, e imediatamente cessou sua hemorragia. Quem tocou
em mim?, perguntou Jesus. Como todos negassem, Pedro disse: Mestre, a
multidão se aglomera e te comprime. Mas Jesus disse: alguém tocou em
mim; eu sei que de mim saiu poder. Então a mulher, vendo que não
conseguiria passar despercebida, veio tremendo e prostrou-se aos seus
pés. Na presença de todo o povo contou por que tinha tocado nele e como
fora instantaneamente curada. Então Ele lhe disse: filha, a sua fé a
curou! Vá em paz.” (Lucas 8.43-48)
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Subsídio LIÇÃO Nº 6 – O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO

COMENTARISTA: THIAGO BRAZIL
COMENTÁRIO: PB. VALDEMAR QUAGLIO JÚNIOR
O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO
Um milagre é Deus é alterando, por um curto período de tempo, a ordem natural das coisas para realizar Sua vontade e propósitos
Providência Divina é o meio pelo qual
Deus governa todas as coisas no universo. A doutrina da providência
divina afirma que Deus tem controle completo de todas as coisas. Isso
inclui o universo como um todo (Salmos 103:19), o mundo físico (Mateus
5:45), as transações das nações (Salmos 66:7), nascimento e destino
humanos (Gálatas 1:15), sucessos e fracassos humanos (Lucas 1:52), e a
proteção do seu povo (Salmos 4:8). Essa doutrina se mantém em direto
contraste à idéia de que o universo é governado por sorte ou acaso.
O propósito, ou objetivo, da providência
divina é realizar a vontade de Deus. Para garantir que seus propósitos
vão ser cumpridos, Deus governa os negócios dos homens e trabalha
através da ordem natural das coisas. As leis da natureza são nada mais
do que uma descrição de Deus trabalhando no universo. As leis da
natureza não têm nenhum poder em si mesmas, nem trabalham
independentemente; elas são regras e princípios que Deus estabeleceu
para governar como as coisas funcionam.
O mesmo princípio se aplica à escolha
humana. De uma forma real não somos livres para escolher ou agir
separados da vontade de Deus. Tudo que fazemos e tudo que escolhemos
está completamente de acordo com a vontade de Deus – até mesmo nossas
escolhas pecaminosas (Gênesis 50:20). No fim das contas, Deus é quem
controla nossas escolhas e ações (Gênesis 45:5; Deuteronômio 8:18;
Provérbios 21:1), ao mesmo tempo, Ele faz isso de tal forma que não
viola nossa responsabilidade como agentes morais e livres, nem nega a
realidade de nossa escolha.
A Confissão De Fé De Westminster afirma a
doutrina de providência divina de uma forma sucinta e que ao mesmo
tempo captura todos os elementos da doutrina: “Desde toda eternidade,
Deus, pelo muito sábio e santo conselho da sua própria vontade, ordenou,
livre e inalteravelmente, tudo quanto acontece; porém, de modo que nem
Deus é o autor do pecado, nem violentada é a vontade da criatura, nem é
tirada a liberdade ou contingência das causas secundárias antes
estabelecidas (CFW, 3.1)”. O meio principal pelo qual Deus executa sua
vontade é através de causas secundárias (ex: leis da natureza, escolha
humana). Em outras palavras, Deus trabalha indiretamente através dessas
causas secundárias para realizar a Sua vontade. A Confissão de Fé de
Westminster também diz: “Posto que, em relação à presciência e ao
decreto de Deus, que é a causa primária, todas as coisas acontecem
imutável e infalivelmente, contudo, pela mesma providência, Deus ordena
que elas sucedam, necessária, livre ou contingentemente, conforme a
natureza das coisas secundárias” (CFW, 5.2).
Deus às vezes trabalha diretamente para
realizar a Sua vontade. Isso é o que chamamos de milagres (quer dizer,
supernatural no lugar do natural). Um milagre é Deus é alterando, por um
curto período de tempo, a ordem natural das coisas para realizar Sua
vontade e propósitos. Dois exemplos do livro de Atos devem servir para
demonstrar Deus trabalhando diretamente e indiretamente para realizar a
Sua vontade. Em Atos 9 vemos a conversão de Saulo de Tarso. Com uma luz
do céu e uma voz que apenas Saulo/Paulo escutava, Deus mudou sua vida
para sempre. Era da vontade de Deus usar Paulo para realizar Sua
vontade, e Deus usou meios diretos para converter Paulo. Fale com
qualquer pessoa que você conhece que se converteu ao Cristianismo, e
provavelmente você nunca vai escutar uma história como essa. A maioria
de nós vem a Cristo através de um sermão, ou de um livro, ou o
testemunho persistente da um amigo ou parente. Além disso, geralmente há
circunstâncias da vida que preparam o caminho – perda de um emprego,
perda de um ente querido, casamento fracassado, vício a drogas. A
conversão de Paulo foi direta e supernatural.
Em Atos 16:6-10 vemos Deus realizando
sua vontade indiretamente. Isso acontece durante a segunda viagem
missionária de Paulo. Deus queria que Paulo e seu grupo fossem a Trôade,
mas quando Paulo saiu de Antioquia da Pisídia, ele queria ir leste em
direção à Ásia. A Bíblia diz que o Espírito Santo os proibiu de pregar
na Ásia. Então eles queriam ir para Bitínia, mas o Espírito de Cristo os
impediu, e eles acabaram indo para Trôade. Isso foi escrito
retrospectivamente, mas naquele tempo provavelmente eles tinham
explicações lógicas de por que não podiam ir àquelas regiões. No
entanto, depois do fato, eles perceberam que Deus estava dirigindo-lhes
aonde queria que fossem – isso é providência. O meu versículo favorito
se dirige a essa doutrina, Provérbios 16:9 diz: “O coração do homem
traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos.”
Por outro lado, algumas pessoas
acreditam que o conceito de Deus diretamente ou indiretamente
orquestrando todas as coisas destrói a possibilidade de livre arbítrio.
Se Deus tem controle completo, como podemos ser realmente livres nas
decisões que fazemos? Em outras palavras, para livre arbítrio fazer
sentido, deve haver algumas coisas que estão fora do controle soberano
de Deus, ex: a contingência da escolha humana. Vamos dizer que isso é
verdade, só por uma questão de argumentação. E agora? Se Deus não está
em controle de todas as contingências, então como Ele pode garantir
salvação? Paulo diz em Filipenses 1:6: “Estou plenamente certo de que
aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de
Cristo Jesus.” Se Deus não está em controle de todas as coisas, então
essa promessa (e outras promessas bíblicas) é inválida. Não podemos ter
segurança completa de que o trabalho de salvação que foi começado em nós
vai ser completado.
Além disso, se Deus não está em controle
de todas as coisas, então Ele não é soberano, e se Ele não é soberano,
então Ele não é Deus. O preço de manter contingências fora do controle
de Deus resulta em um Deus que não é realmente Deus. E se nosso “livre”
arbítrio pode substituir providência divina, então quem é Deus no fim
das contas? Nós somos. Isso é, obviamente, inaceitável para qualquer
pessoa com um ponto de vista Cristão e bíblico do mundo. Providência
divina não destrói nossa liberdade. Ao contrário, providência divina é o
que nos capacita a utilizar nossa liberdade de forma adequada.
Fonte:
https://moldado.com/ebd-3%C2%BA-trimestre-2018-li%C3%A7%C3%A3o-6-para-jovens-o-milagre-da-multiplica%C3%A7%C3%A3o/
Acesso em 01 ago. 2018
quarta-feira, 21 de março de 2018
Subsídio Lição 12 - A ordem suprema de Cristo Jesus
INTRODUÇÃO
Todo o poder e autoridade no céu e na terra foi dada ao Senhor Jesus, e esta autoridade o Senhor transmitiu aos seus discípulos para evangelizar o mundo através da grande comissão. Nesta lição estudaremos sobre a necessidade da salvação universal em Cristo, definição de Evangelho de Cristo e evangelismo, conheceremos o poder e alcance da evangelização integral, finalizando com o conhecimento do processo contínuo de discipulado das pessoas.
1. A NECESSIDADE DA SALVAÇÃO UNIVERSAL EM CRISTO
A Palavra de Deus registra que não existe um só homem justo, não há um justo sequer. O homem por si só, não tem justiça própria e por isso não pode chegar aos atributos de santidade, retidão e da justiça de Deus, porém, aprouve a Deus em seu infinito amor e misericórdia tornar o homem justo, porque o desejo de Deus é que todo homem se salve. É em Jesus Cristo, o Filho de Deus, que não conheceu pecado, que nEle se fez pecado para que nós, homens miseráveis que somos, fôssemos feitos justiça de Deus. A Palavra de Deus deve ser pregada universalmente ( Ec 7:20; 1 Tm 2:1-7; 2 Co 5:20-21)
2. DEFINIÇÃO EVANGELHO DE CRISTO
Definimos o Evangelho de Cristo como um conjunto de doutrinas cristãs que devem ser anunciadas em todo o mundo, que revela na pessoa de Jesus Cristo a justiça de Deus e a condição de ser o único e absoluto Salvador da humanidade, ou seja, o Evangelho de Jesus significa as Boas Novas de Salvação em Cristo, sendo Ele também o Senhor de tudo e de todos.(Rm 1:16-17)
3. DEFINIÇÃO EVANGELISMO
Definimos evangelismo como um sistema organizado e estruturado segundo métodos e estratégias técnicas fundamentadas em princípios bíblicos, dirigido pelo Espírito Santo para a proclamação do Evangelho de Jesus aos homens, para o conhecimento de Cristo, para o arrependimento, perdão dos pecados e a salvação da condenação eterna, integrando o pecador justificado, pela graça, ao corpo de Cristo. (Mc 6:7-13)
4. DEFINIÇÃO EVANGELIZAÇÃO INTEGRAL
Definimos evangelização como a ação pragmática de anunciar o Evangelho de Cristo, conforme a ordem imperativa de Jesus á igreja representada por seus discípulos considerando quatro determinações do Senhor exaradas em Mateus 28:18-20, a saber:
Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.
terça-feira, 13 de março de 2018
Subsídio Lição 11 - A ressurreição de Jesus Cristo
INTRODUÇÃO
A ressurreição de Jesus representou a
garantia para os que creem que um dia ressuscitarão para a vida eterna
num corpo glorificado igual a de Jesus. Nesta lição estudaremos sobre a
doutrina da ressurreição no antigo e em o novo testamento, conheceremos a
natureza da ressurreição de Cristo, veremos as evidências da
ressurreição de Jesus, finalizando o nosso estudo entendendo sobre o
propósito da ressurreição de Cristo.
1. CRENÇAS DA RESSURREIÇÃO NO ANTIGO TESTAMENTO
Na realidade no Antigo Testamento não
existe uma consolidação doutrinária da ressurreição, porém, passagens
bíblicas atestam, sem dúvidas, que existe uma crença positiva da
condição de uma ressurreição após a vida terrena, muito bem estabelecida
no primeiro livro escrito da Bíblia, o livro de Jó.(Jó 19:19-27).
Passagens bíblicas importantes no
contexto dos acontecimentos narrados no Antigo Testamento nos induz a
perceber que paulatinamente a crença da ressurreição foi se consolidando
com uma doutrina. Entre estas passagens podemos citar:
i. A ressurreição de um grande exército. (Ez 37:1-4)
ii. A ressurreição do tempo do fim profetizada em Daniel (Dn 12:1-4)
iii. Uma promessa de ressurreição coletiva no tempo do fim (Os 13:14)
iv. Uma ressurreição individual para cada um que crê (Sl 86:8-13)
2. CRENÇAS DA RESSURREIÇÃO NO NOVO TESTAMENTO
Em o Novo Testamento podemos contemplar
de forma claríssima os fundamentos da Doutrina da Ressurreição na
prática, com os seus respectivos desdobramentos e consequências
espirituais. Duas ressurreições universais são mencionadas sendo uma
para vida e outra para a morte. Leiamos então as passagens registradas:
i. A ressurreição para a vida eterna onde viveremos com Cristo eternamente no céu. (1 Ts 4:13-18)
ii. A ressurreição para a morte eterna significando uma vida de angústias e sofrimento eterno no lago de fogo (Ap 20:11-15).
Jesus afirma categoricamente através do
relato de uma história (o rico e o mendigo), na qual, Ele dá nome a pelo
menos dois personagens vivendo uma vida eterna sem sofrimentos, após a
morte física e um personagem, cujo nome, não foi mencionado vivendo uma
vida de angústias e sofrimentos no inferno, caracterizando então esta
condição de existir uma ressurreição para a vida eterna e uma outra
ressurreição para a morte eterna, ou seja, o viver em sofrimentos. (Lc
16:19-31)
3. A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
A ressurreição de Cristo é fato
irrefutável e indubitável, sendo a ressurreição de Cristo a base
fundamental de toda a teologia cristã. Se Cristo não ressuscitou, a
nossa fé é débil, insignificante, ineficaz, é vã, portanto, não temos
nenhum motivo para ter a esperança para também uma dia provarmos a
ressurreição para uma vida eterna no céu. (1 Co 15:12-19).
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